OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
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Páscoa: Mitos e tradições cristãs

              Quem participa e comemora a festa do coelho de páscoa é idólatra. E Deus nosso Pai não se agrada de festas idólatras. A verdade é dura, e dói. Jesus Cristo foi morto e crucificado porque pregava a verdade e não procurava agradar a todo o povão, mas agradar a Deus, o Pai. Esse artigo irá magoar a muita gente. A Páscoa cristã, original, foi desvirtuada e paganizada. Os alemães que cultivam a tradição já muitos anos, colorem ovos cozidos, assam bolos especiais na Páscoa e fazem fogueiras em algumas regiões. A festa cristã se sobrepôs à que os germanos dedicavam à deusa da primavera.
          Na Alemanha, a tradição cristã da Páscoa como a festa da ressurreição de Cristo, em que a morte não é vista como o fim e sim como o recomeço de uma nova vida, está ligada a elementos da mitologia germânica. Segundo Jacob Grimm, um dos famosos irmãos Grimm, o próprio termo alemão, Ostern, deriva de Ostara, a deusa germânica da primavera.

"A primeira das grandes festas germânicas da primavera, representando a vitória do sol aquecedor sobre as trevas e o frio do inverno, é Ostern.  Diferentemente do Brasil, o inverno, na Europa é no mês de dezembro.   Ela somente foi equiparada à festa de ressurreição de Cristo pela Igreja na Idade Média", diz Grimm em seu livro sobre a mitologia germânica.
           Como teria surgido o coelho da Páscoa
          O costume de se procurar os ovos de Páscoa no jardim também estaria baseado na crença dos germanos e de outros povos antigos de que o ovo é o símbolo da fertilidade e da nova vida em crescimento. Já o coelho, símbolo de fertilidade na mitologia grega, só é conhecido como "coelho da Páscoa" no norte da Alemanha há cerca de cem anos. No entanto, o coelho é o animal sagrado atribuído tanto a Afrodite, a deusa do amor dos romanos, como a Ostara.
          Páscoa judaica
         Vários rituais marcam a festa judaica, que dura oito dias. Um dos principais é o banquete chamado Seder, que reconstrói a história da fuga do Egito. Fazem parte dele:
Matzá: Bolacha feita de farinha de trigo e água. Quando os judeus tiveram que deixar o Egito, estavam tão apressados que não tiveram tempo de fermentar o pão e este assou sob o sol.
Zeroá: Pedaço de osso de cordeiro ou galinha, grelhado, que simboliza o animal que foi sacrificado em honra de Deus.
Maror: Raiz amarga e picante, remete ao sofrimento dos judeus enquanto eram escravos no Egito.
Charousset: Feita com nozes, canela, cravo, passas, maçã e vinho tinto, representa a argamassa usada pelos judeus para construir as pirâmides egípcias.
Beitzá: Ovo cozido que simboliza a vida.
Karpass: Verdura amarga mergulhada em água salgada. É uma referência.
 
 
 
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