OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
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O LOBISOMEM

Criatura, metade homem e metade lobo. De acordo com a lenda se alimentava de crianças. Lenda Européia, mas hoje comum em todo mundo.

Diz a lenda que quando uma mulher tem 7 filhas e o oitavo filho é homem, esse menino será um Lobisomem. Também o será, o filho de mulher amancebada com um Padre.
Sempre pálido, magro e orelhas compridas, o menino nasce normal. Porém, logo que ele completa 13 anos, a maldição começa. xxxx
Na primeira noite de terça ou sexta-feira, depois do aniversário, ele sai à noite e vai até um encruzilhada. Ali, no silêncio da noite, se transforma em Lobisomem pela primeira vez, e uiva para a lua. xxxx
Daí em diante, toda terça ou sexta-feira, ele corre pelas ruas ou estradas desertas com uma matilha de cachorros latindo atrás. Nessa noite, ele visita, 7 partes da região, 7 pátios de igreja, 7 vilas e 7 encruzilhadas. Por onde passa, açoita os cachorros e apaga as luzes das ruas e das casas, enquanto uiva de forma horripilante. xxxx
Antes do Sol nascer, quando o galo canta, o Lobisomem volta ao mesmo lugar de onde partiu e se transforma outra vez em homem. Quem estiver no caminho do Lobisomem, nessas noites, deve rezar três Ave-Marias para se proteger. xxxx
Para quebrar o encanto, é preciso chegar bem perto, sem que ele perceba, e bater forte em sua cabeça. Se uma gota de sangue do Lobisomem atingir a pessoa, ela também vira Lobisomem. 
 

Nomes comuns: Lobishomem, Licantropo, Quibungo, Capelobo, Kumacanga (Pará), Curacanga (Maranhão), Hatu-Runa (Equador - América do Sul), El Chupasangre (Colômbia) Hombrelobo.

Origem Provável: Mito universal. Em Roma antiga já era mencionado pelo historiador Plínio. Além de lobo, na Europa, ele, pode se trasnformar também em Jumento, Bode ou Cabrito Montês.

Para virar Lobisomem, o homem se espoja numa encruzilhada onde os animais façam espojadura. Conta-se que o Lobisomem, sai à procura de meninos pagões e, quando os encontra bebe seu sangue. De acordo com a região, ele, é uma pessoa que foi amaldiçoada pelo pai, padrinho ou padre.

Quando a pessoa é branca, vira um cachorrão preto e quando é negro vira um cão branco. Algumas versões dizem que ele sai às noites de quinta para sexta, em busca de cocô de galinha para comer, e por isso invade os galinheiros. Depois disso ele vai em busca de crianças de colo para lamber suas fraldas sujas de cocô.

Para quebrar seu encanto, basta que alguém faça nele um pequeno ferimento do qual saia pelo menos uma gota de sangue. Ou ainda, o acerte com uma bala untada com cêra de vela que queimou em 3 missas de domingo ou Missa-do-Galo, na meia noite do Natal.

É o que diz a lenda....

 
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Nome:   fernando
Comentário:  a mae da minha avo tinha um amigo que um dia foi na casa dela ela foi pegar mais lenha o amigo dela se transformou em lobisomen ela subil no pe arvore ele pegou um fiapo do vistido dela ela vi despois chamol a vizinha eo matol
   
Nome:   Vinicius
Comentário:  arrepiado eu estou,é massa esse texto da um pouco de medo agente vendo um até imagino eu virando um,valeu quem fez esse texto que continue assim!!!
   
Nome:   jeferson
Comentário:  muito tri esse conto gostei mesmo,eu gosto de lobisomensdes dos 6 anos.uma vez eu peguei recuperacao na escola eu fui pegar o onibus quando vi um lobisomem de 4 correndo .foi o maior cahhorro q ja vi era duas veses maior q um pitbul nessa epoca eu tinha 8 anos agora tenho 13.
   
Nome:   alessandra
Comentário:  eu adorei sou fà de lobisomens eu gostaria de virrar um começei a gostar deles quando tinha 5 anos quando assisti o filme crepuscolo tenho 12 anos onde eu morro isso acontece e eu tento senpre curalos ou pegar uma gota de sangue deles para virar um
   
Nome:   ARY
Comentário:  Essa história se passou em Nilópolis - RJ, na década de 1940 -*- Meus avós haviam se mudado para essa Cidade na época em que tudo aqui era mato, muito diferente de hoje, uma vez que temos 100% de saneamento básico e 100 % de asfaltamento e somos a cidade com a maior densidade demográfica do Brasil. Meus avós, aqui chegaram com uma família de 08 filhos (tiveram 14 no total) para morar em uma pequena casa, enquanto ao lado construíam um sobrado para abrigar a grande família. Aqui na região, havia muita caça e meus avós tinham bons cães que davam conta do recado. Quando uma das cadelas deu cria pela primeira vez, os filhotes da mesma foram aparecendo mortos por dilaceramento. Toda a prole foi morta e meu avô acreditava que por falta de experiência da fêmea, devida a ser primeira vez que ela dava cria, por falta de experiência, ela acabava matando seus rebentos. Outra cadela também teve cria e o resultado foi o mesmo e outra e outra. Minha falecida avó (Maria Ignez de Andrade) às vezes ficava sem sono e passava as noites em claro, e percebia a briga dos cães com algum animal, porém ela tinha medo de falar com meu avô, vez que ele era um daqueles Nordestinos "cabra macho" que não se amedrontava com qualquer piozinho de coruja, assim, minha avô sabia que ele iria enfrentar o que quer que fosse que estava matando seus animais (o nome do meu falecido avô era Hygino de Andrade Santos, ele era de Aracajú - Sergipe) meus tios e minha mãe, crianças a época, também ouviam as brigas dos animais, mais a minha avó os proibia de falar o acontecido ao meu avô. Meu saudoso avô, tinha o sono pesado, vez que acordava ainda na madrugada e caminhava cerca de 50 minutos para outra cidade onde desde a década de 1940 eles tinham uma vacaria, lá após ordenhar as vacas ele entregava o leite para a sua freguesia e em seguida enfrentava um trem para chegar ao Centro do Rio onde ele era proprietário de uma serralheria (meu avô, em sua pequena empresa, fez a armação de ferro de um dos braços da estátua do Cristo Redentor, não lembro qual dos dois braços). O velho chegava em casa muito tarde e era aquela mesma rotina, dormir tarde e acordar cedo, daí vinha o sono pesado de meu avô. Quando mais uma cadela teve filhotes, novamente a série de ataques voltou a acontecer, porém dessa feita, minha avó que ouvia a briga dos animais, armou-se de coragem e relatou o ocorrido a meu avô. Naquele dia, antes de dormir, pedindo que fosse acordado na hora dos acontecimentos, meu avô guardou um chucho embaixo da cama ( chucho é uma espécie de lança de madeira com ponta de ferro, usada para tanger, ou "chuchar" o gado, como falamos por aqui). Foi meu próprio avô quem o fez e até hoje eu o tenho guardado em minha casa. Meu avô removeu a cadela e seus filhotes para um pequeno abrigo logo abaixo da janela de seu quarto. A fera estava com suas horas contadas, ela iria conhecer a a fúria do braço forte de meu avô. Naquele dia a "casa" não dormiu, todos ficaram acordados, menos meu avô. Quando o ataque começou foi aquele alvoroço e meu avô acabou acordando e quando foi lançar mão do chucho não o encontrou poís minha avó havia escondido o mesmo, vez que tinha medo do que poderia acontecer. Meu avô então lançou mão de uma barra de ferro que era usada como "tranca" da porta, em seguida abriu sua janela e viu embaixo da mesma uma espécie de cachorro preto que sem se preoucupar com o ataque da cadela e dos demais cães, investia em cima dos filhotes. O animal estava tão interessado em pegar os filhotes, que não percebeu o meu avô, que deu um forte golpe seguido de vários outros, que pareciam não incomodar o animal. Em dado momento o bicho olhou para meu avô, que sempre dizia que foi a coisa mais feia que ele já viu, meio porco, meio cachorro, meio gente. Então o velho Gyno começou a golpear com a barra de ferro diretamente na fuça do animal. O bicho sem emitir qualquer som, fugiu do local arrebentando no peito uma cerca de arame farpado. Meu avô pulou a janela e junto com a "cachorrada" correu atrás do bicho que se perdeu na noite. Na manhã seguinte, um senhor que era vigia noturno de um colégio que estava sendo construído (Escola Municipal Maria da Conceição Cardoso), foi encontrado em estado lastimável, todo arrebentado, com graves lesões na cabeça e nas costas, disse ele que ladrões tentaram roubar material de construção na obra e ele sofreu o ataque ao impedi-los (como se fosse comum acontecer isso naquela época). Quando foram procurar socorro para o moribundo, ele foi carregado em um carrinho de mão. Dizem que ele lançou um olhar firme em direção a casa de meus avós quando passou em frente a ela. Esse senhor, não resistindo as lesões, veio a falecer. Dizem que ele virava lobisomem. Contam ainda que ele e outros dois irmãos eram filhos muitos ruins, que batiam na mãe por causa de dinheiro. Falam que de certa feita, a mãe deles havia dito que amaldiçoava o leite que eles haviam tomado dos seios dela. Um perdeu um braço caindo do trem, outro tomou uma surra tão grande da chamada "Policía de Vigilância", que acabou ficando doente mental, dependendo de todo mundo e o outro, ao que tudo indica, sofreu a sina de virar bicho. Hoje passados mais de 70 anos, várias pessoas da minha família que ainda moram no mesmo local, dizem que de vez enquando vêem por lá o vulto de um grande cachorro preto. Eu tenho guardado comigo o tal "chucho" que ganhou fama sem ter participado da história. Espero que ele dure mais 70 anos, e mais... e mais... e mais... Para manter viva a época em que a noite trazia apenas o medo de lobisomens, mulas sem cabeça, saçis e outras criaturas e assombrações. Puxa, como eles eram felizes ! **** (obs. tenho medo de lobisomem e acho que guardo o "chucho" para me defender se um dia tal criatura aparecer por aqui). Tal fato ficou famoso na época e os antigos moradores ainda lembram. Minha família mora até hoje no local do ocorrido.




   
Nome:   JENNIY
Comentário:  GOSTE É´MUITO BOM . PARABÉNS PARA VC QUE ESCREVEU.1
   
Nome:   celso
Comentário:  Cara esse provavelmente foi um dos contos mais arrepiates que eu ja vi em toda a minha vida. Eu imagino como seria se foce um filme.
   
Nome:   antonio
Comentário:  eu acho que eu sou um lobisomem mas não tenho certeza...tenho 12anos conp.aniversario 13 anos em dezembro! voceis são boas as historias!falo meu!
   
Nome:   ana gabrielly
Comentário:  amei esse conto de arrepiar
   
Nome:   alcides
Comentário:  cara quem é o que escreveu esta lenda eu quero esta lenda em som um conto mesmo pra mim ouvir assim



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